Desafio
Navegar num barco à vela por si só já é um desafio. É preciso afinar as velas para obter o maior rendimento possível da força do vento, levar o barco na direcção certa pelo meio das vagas e criar uma rota, ciente de todos os perigos que o mar e as zonas costeiras apresentam à navegação, de maneira a poder evitá-los.
O velejador oceânico Francisco Lobato, para além de navegar, fá-lo na maioria dos casos sozinho, percorre grandes distâncias, durante várias semanas e em competição contra os melhores. Esta é a vida do primeiro velejador oceânico solitário Português a participar e ganhar a travessia do Atlântico em solitário, de França até ao Brasil, num barco de apenas 6,50m.
Em 2010, e graças ao patrocínio das empresas ROFF, Tempo-Team, TMN e BIZ, o Francisco parte para um novo desafio, que é a classe Figaro Bénéteau 2. Esta é uma classe muito mais exigente do que a classe Mini 6,50, onde a totalidade dos velejadores são profissionais e o nível é extremamente elevado. É muito comum encontrar, no currículo destes atletas, várias travessias do Atlântico e voltas ao Mundo em monocascos ou trimarans de 60 pés para cima.
Entre 2010 e 2012, o Francisco pretende competir no seu Figaro 2, para ter tempo de evoluir com os melhores e estar no seu mais alto nível em 2012, apto a preparar uma campanha para rainha das regatas, que é a Vendée Globe, à volta do mundo em solitário e sem escalas, em 2016.









